Com a chegada das temperaturas mais frias, casos de alergias respiratórias tendem a aumentar e a sinusite é uma das alergias mais comuns. Esse ano em especial os cuidados com a saúde devem ser ainda maiores devido à pandemia da Covid-19. Existem algumas razões para a maior incidência de crises alérgicas durante o inverno. Uma das razões é o tempo mais seco, dificultando um pouco mais a umidificação da região e o processo respiratório. Outro fator é a maior presença do ar frio no ambiente, o que pode tornar a mucosa mais sensível e facilmente irritada. Em decorrência do contato com essas temperaturas mais baixas, é aconselhável que o paciente aumente os cuidados com a saúde. O acompanhamento médico é fundamental para analisar o quadro clínico da pessoa e orientar sobre a melhor forma de tratamento para cada um. Hoje já existem diversas formas de tratamentos que ajudam a melhorar a qualidade de vida do paciente.
Uma vez feito o diagnóstico de que o paciente possui sinusite alérgica, existem algumas estratégias de tratamentos. Esse tratamento pode ser feito através de medicações que o médico avalie como necessário prescrever, imunoterapia ou outras que vão ser avaliadas pelo profissional. O tratamento por imunoterapia, ocorre através de vacinas periódicas onde o organismo do paciente é ensinado a não ter mais crises e com o passar do tempo as crises vão ficando cada vez menos frequentes, podendo chegar a um quadro de remissão da doença. Existe ainda outra razão para intensificar os cuidados com a saúde em pacientes alérgicos, a presença no organismo da chamada proteína de adesão que é encontrada em pacientes com processos inflamatórios de origem alérgica. Essa proteína funciona como uma espécie de gancho e pode fazer a captura de vírus que estejam no ambiente com mais facilidade do que os pacientes que não possuem a proteína no corpo. Baseado no que se sabe do comportamento da proteína quanto a vírus que causam doenças em geral como gripes, pode ser que exista uma semelhança no comportamento do organismo no que se refere a contágio por Coronavírus. Essa possibilidade ainda carece de mais estudos científicos para chegar a uma resposta sobre a essa suposta relação. Mas o que se sabe é que a prevenção nunca é demais e se proteger de inúmeras infecções virais já é algo positivo para a boa saúde do paciente.
Algumas medidas de prevenção de alergias respiratórias podem ser de grande ajuda e o controle do ambiente é uma delas. Evitar o convívio com materiais que acumulem poeira e ácaros contribui para que novas crises não sejam desencadeadas. Outra medida que pode ser indicada pelo médico é a vacinação de algumas doenças, prevenir vírus mais comuns como os de gripe H1N1 ou H1N2, ajuda a fortalecer o sistema imunológico do paciente como também vacinas de prevenção a pneumonias como a pneumo13 ou pneumo 23. Os sintomas mais comuns da sinusite são dores de cabeça, dor atrás dos olhos, secreção e falta de ar. A intensidade e recorrência difere de pessoa para pessoa e portanto somente o médico pode indicar medicações e tratamentos adequados. Portanto, é importante que o paciente busque previamente a orientação médica.


O Projeto Brasil Sem Alergia consolidou sua trajetória de cuidado e inclusão social em 2007, quando os médicos alergistas e imunologistas Dr. Marcello Bossois e Dra. Patrícia Schlinkert iniciaram um trabalho voluntário em
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