“Temos um alto índice de idosos que morrem devido à pneumonia severa, com índice de mortalidade alto. A pneumocócica 23-valente abrange 23 sorotipos de proteção e 90% dos principais patógenos que afetam os seres humanos, além de auxiliar contra outras bactérias que causam a pneumonia, principalmente nas pessoas acima de 50 anos. Esta vacina usa o patógeno (microorganismo) desativado, por isso é bem segura”, explica Figueiredo.
De acordo com estudo publicado pela Value in Health, revista internacional sobre pesquisas em saúde, de janeiro de 2014 a dezembro de 2019, a média anual foi de 272 mil casos de internações e 71 mil mortes por doenças provenientes do pneumococo - apenas em pessoas acima de 60 anos (os dados foram retirados do SUS). A pneumonia foi responsável por 78,6 % dos casos.
Já a vacina conjugada 13-valente, como explica o imunologista chefe do Brasil Sem Alergia, Marcello Bossois, atinge 13 sorotipos, com proteínas imunopotencializadoras que melhoram a resposta imunológica do sistema.
“A conjugada 13 acaba tendo uma resposta imunológica maior, mais duradoura, mas ela não atinge os principais sorotipos. Ela (vacina) só atinge 10 ou 13”, disse.
O especialista complementa que a 23-valente dura cinco anos - com necessidade de uma dose de reforço. Enquanto a conjugada 13-valente pode durar por décadas. A recomendação do imunologista para os grupos de risco é tomar primeiro a dose conjugada e após seis meses realizar a aplicação da 23-valente.
No SUS, as vacinas antipneumocócicas fazem parte do PNI (Programa Nacional de Imunizações), indicada para a população idosa em casos de risco muito elevado. No Estado, a vacina distribuída pelo Ministério da Saúde está disponível nos CRIEs (Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais) para estes grupos,
Já a vacina conjugada 13 pode ser encontrada em farmácias. O preço varia, mas a maioria gira em torno de R$ 300 a R$ 450.
A orientação de médicos é para o paciente verificar a qualidade, a marca da vacina e leve seu cartão vacinal, enquanto a farmácia tem de oferecer a declaração de serviço farmacêutico, comprovando que foi aplicada.


O Projeto Brasil Sem Alergia consolidou sua trajetória de cuidado e inclusão social em 2007, quando os médicos alergistas e imunologistas Dr. Marcello Bossois e Dra. Patrícia Schlinkert iniciaram um trabalho voluntário em
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