Meu filho tem Infecção de Repetição — O médico disse que pode ser alérgico — O que fazer?
As manifestações associadas a Meu filho tem Infecção de Repetição despertam importantes questionamentos clínicos e exigem orientação especializada para evitar os riscos da automedicação ou de restrições desnecessárias. Ao abordar o tema "Meu filho tem Infecção de Repetição — O médico disse que pode ser alérgico — O que fazer?", este guia educativo reúne o conhecimento prático da equipe médica do Projeto Brasil Sem Alergia com a finalidade de esclarecer os fatores desencadeantes, os exames diagnósticos mais precisos e as estratégias terapêuticas modernas disponíveis atualmente.
✔ Conteúdo médico revisado e validado pelo corpo clínico fundador do Projeto Brasil Sem Alergia
Dr. Marcello Bossois (CRM/RJ 5273214-1) · Dra. Patrícia Schlinkert (CRM/RJ 5274541-3) — mais de 30 anos de história em Alergia e Imunologia, com unidades no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Paraná. Última revisão: novembro de 2026.
Análise Clínica e Orientação Médica sobre Meu filho tem Infecção de Repetição
Vanessa Doutor meu filho hoje com cinco anos já tem acumulado várias receitas de antibióticos desde o fim de 2019 ele tem tido infecção de repetição. Então, aqui tem cinco anos infecções de repetição fala se a tela é poste retirar as amígdalas, mas o otorrino disse que ele parece ter problemas alérgicos. Então, disse que é provável que ele continue que ainda estais infecções Mas passou a zetks 10 mg de Loratadina estou muito apreensiva meu filho tem febre muito alta que me dá muito mesmo não durmo e vejo quanto meu filho está sofrendo me ajuda por favor Oi Vanessa eu vou tentar te ajudar com informações, importante o especialista deixar claro que esse espaço não é um espaço para consulta média não entenda isso como uma consulta médica consulta médica somente com avaliação do seu médico assistente Ele é o único que tem a capacidade de realmente dizendo que deve ou não deve ser feito Mas a nossa conversa elas Sim Fábio sua mente até para que você coloque essas informações que nós batemos um papo aqui na mesa do médico assistente seja com projeto Brasil sem alergia seja, porque ele médico já é acompanha para que ele possa então definir o que é importante para o seu filho que não é da, porque ele que é o principal moderador em tudo isso não é eu através de um alarme, mas o interessante sabe Vanessa é que é necessário é pensar sem processo alérgico é uma possibilidade.
Lembrando que as doenças elas são diagnosticadas através do chamado de Diagnósticos diferenciais o especialista coloca vários diagnósticos possíveis esse diagnósticos procede-se a destruindo um por um até nos encontrarmos então o diagnóstico definitivo e alergia sim alergia ela é uma condição clínica que aumenta a possibilidade de infecção de repetição Você tem uma produção grande de muco E você tem um acometimento da proteção mucociliar e o nosso nariz quando produz a divulgar melequinha, o muco que ele produz e também aqueles friozinho que os espelhinhos que nossos olhos tem e toda a nossa mucosa respiratória tem produzindo secreção e também agiram no pelo é justamente para que quando bata o alérgeno Quando bate o corpo estranho quando bate o vírus quando bata a bactéria seja primeira linha de proteção evitando com que a criança o adulto não entra em contato com tanta facilidade com aquele objeto estranho com aquele organismo estranho Ou aquele fragmentos frango entendeu daí forma a melequinha de todos nós, É só que na quando o paciente tem alergia ele já tira já essa proteção mucociliar que é uma coisa que infelizmente já uma profissão retirar.
Além disso, o paciente alérgico ele tem um aumento na produção das chamadas proteínas de adesão o que faz parte mais atenção a proteína de adesão é aquela proteína que leva o vírus para dentro do corpo, então é como se tivesse um buscador de vírus, paciente Alex aquela mucosa inflamada e ela leva com mais facilidade o vírus por difusão passiva ou também por difusão ativa mesmo aonde a proteína de adesão ela dá ouvidos o pai joga para dentro é o que acontece tá então paciente alérgico já tem essas duas situações a terceira situação que o paciente alérgico tem é a desregulação do sistema imunológico nós temos uma um equilíbrio do sistema imunológico de duas células principais da nossa imunidade chamada de esforços de do dispõe-se de um linfócito t helper tipo 1 e te help tipo 2 EA gente tem uma preponderância maior no terrell ver do tipo 2 e este rapper do tipo 2 é Unifor sido responsável por produzir alergia no nosso corpo tá o especialista em tempo real pelo tipo 2 hoje eu tenho um conceito mais novo que é é reação ter dois que é uma coisa mais Ampla que não envolve somente o linfócito envolvem também citocinas e outros marcadores biológicos e Em contrapartida o imposto de réu preso tipo uma de baixa e baixando Unifor superar pelo tipo um o especialista acaba não tendo uma imunidade muito adequada.
Além disso, ainda existem também no paciente alérgico uma deficiência de linfócito T regulador que são os linfócitos T reguladores aqueles linfócitos e que regulam a o excesso de atividade imunológica seja para alergia, ou seja, para as doenças reumáticas Entendi então esse também é uma deficiência que o paciente alérgico as lentes também de ter uma deficiência dos anticorpos bloqueadores da classe e já 4.
Então certamente um tratamento de alergia caso se confirme a alergia no seu filho fosse interessante tá, mas isso é um diagnóstico só tá você me falando que ela criança que está tomando vários tipos de antibióticos a todo momento a toda hora então é necessário também considerar a possibilidade da chamada e imunodeficiência primária que é uma desistência a criança nasce com a imunidade já deficiente tá Ou seja suponhamos que é uma criança que tem uma diferença de anticorpos é uma criança que têm uma deficiência do sistema complemento que é um sistema que ajuda na imunidade é uma criança que têm uma deficiência também do sistema celular linfócito t linfócito b Ou seja é é necessário realmente fazer uma investigação completa até, porque a boa parte das supostas alergias não são alergias puramente simples elas são influenciadas pelas chamadas e mundo deficiências primárias tá é algo realmente que é necessário analisar muita atenção até também entender como é que foi nascimento do seu filho se for o nascimento de um parto prematuro uma criança prematura tem mais chance de ter alergia a isso o especialista fala muito Nossos Vídeos, pela questão da permeabilidade e eu vou depois eu vou pedir para o Daniel copiar tá Daniel hoppe os links para ela para ela poder se orientar melhor assim não ficar muito repetitivo e o vídeo ficar muito longo, mas eu falo exaustivamente defesa ultimamente na questão da prematuridade na questão do parto normal a diferença do parto normal para o parto Cesáreo tem vídeo também falando sobre isso que a criança que nasceu de cesárea tem muito menos chance de ter processo alérgico que entre em contato mais precocemente com a microflora bacteriana da canal vaginal da mãe inclusive na França nos hospitais franceses eles faz a coleta do canal vaginal em crianças que nascem de Cesare dão para criança lá que tem aquela criança recém-nascida dente para poder colonizar, mas os pode ser feito também de outras formas não necessariamente pela pelo conteúdo vaginal da amante pode ser feito através de produtos que tem o lactobacillus e probióticos, é outra coisa também é a questão de você dar mamadeira para e é muito precocemente, ou seja, mesmo os leites extensamente hidrolisadas Eles são indutores de processo alérgico até, porque a criança nasce já com o perfil alérgico para evitar abortamento Mas esse eu falo muito esteve muito vídeo meu acho que tem certeza de vídeos meus falando sobre isso sobre essa questão tá que é necessário realmente fazer uma análise completa do quadro clínico saber se é uma criança que precisou de internação hospitalar para tratar uma pneumonia antibiótico de nos Quantas vezes você precisa de internação hospitalar se tem abscessos também graves aonde complicam, ou seja, uma criança que simplesmente uma feridinha já faz uma distância enorme que você precisa tomar antibiótico é uma criança que frequentemente usa antibióticos com frequência, ou seja, precisa se pensar nas chamadas e mundo deficiências primárias e nós temos também vou pedir para o Daniel colocar a o link da nossa playlist sobre as imundícies primárias tem um montão de Ah poxa gasta um tempinho, porque você não vai se arrepender que você vai poder coletar todas essas informações e vai levar para o seu médico seu médico então ele é distinguir o que é útil para o seu filho que não é útil entendi, porque ele é o único que vai conseguir fazer isso.
Ou seja, Vamos pensar nos possíveis diagnósticos diferenciais ela tem uma terceira situação também que é colonização de vírus, na garganta da criança inclusive existe um estudo aqui brasileiro até feito lá em São Paulo Folha de São Paulo eu não tô me lembrando exatamente o pesquisador depois eu posso me lembrar Mas eu vi um estudo sobre isso mostrando que as amígdalas, Como você mesmo disse em relação a minha amiga dela que tô Mia as amígdalas retiradas em crianças com infecções de garganta de reflexão e tentou se isolar as bactérias e vírus que poderiam por ventura estar dentro desse órgão e viu-se que boa parte delas tinha por incrível que pareça o vírus vocês não coronavírus 19 esse que nós estamos passando essa grande com anemia, mas os coronavírus a anteriores que tem assolado a salada não digo, mas que tem afetado a humanidade, hora que eles coronavírus não tão agressivos mais que ficam lá persistentemente em forma de em estado de latência e consequentemente causando problemas de infecção de repetição então é um tratamento precisa ser avaliado pelo médico e também até a possibilidade caso de descarte todas essas questões de processo alérgico de mundo assistência primária tudo isso realmente nesse caso talvez fosse interessante fazer amiga dela que tome a, porém sempre com orientação do médico depois de passar por um extenso uma extensa investigação do da etiologia do problema. Muito obrigado Vanessa.
Desdobramento em Medicina Baseada em Evidências: Reações de Hipersensibilidade a Medicamentos
Segundo os consensos internacionais de alergia a fármacos (EAACI/AAAAI/WAO), as reações de hipersensibilidade a medicamentos dividem-se em imediatas (ocorrendo geralmente na primeira hora até 6 horas após a exposição, mediadas por IgE específica ou por ativação direta de mastócitos/via da ciclo-oxigenase-1 nos anti-inflamatórios não esteroidais, manifestando-se por urticária, angioedema, broncoespasmo ou anafilaxia) e tardias (mediadas por linfócitos T específicos, abrangendo desde exantemas maculopapulares até farmacodermias graves SCARs, como a síndrome DRESS, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica). Na intolerância cruzada aos AINEs e na Doença Respiratória Exacerbada por Aspirina (DREA), a inibição da enzima COX-1 desvia o metabolismo do ácido araquidônico para a síntese excessiva de cisteinil-leucotrienos. A definição de medicamentos alternativos seguros e protocolos de provocação ou dessensibilização requerem avaliação presencial em serviço especializado de Alergia e Imunologia.
💎 Plano Diamante — Doenças imunológicas complexas exigem acompanhamento especializado e contínuo. Fale com um especialista em Alergia e Imunologia por teleconsulta, de qualquer cidade do Brasil. Agendar teleconsulta →
Saúde da Barreira Cutânea, Inflamação Imunológica e Controle do Prurido
Disfunção Epitelial, Microbioma da Pele e Sensibilização Tardia
Nas dermatites eczematosas e quadros de prurido crônico, diferenciar a atopia constitucional da dermatite alérgica de contato (uma reação de hipersensibilidade tardia do tipo IV mediada por linfócitos T sensibilizados a metais, conservantes cosméticos, fragrâncias, resinas ou borracha) é indispensável. A exposição repetida ao agente sensibilizante mantém a inflamação cutânea ativa mesmo sob uso de pomadas anti-inflamatórias, exigindo identificação exata do fator desencadeante.
Hidratação Terapêutica, Testes Cutâneos e Imunoterapia
O pilar diário de proteção consiste na hidratação intensiva imediata após banhos rápidos e mornos com higienizadores sindet (sem sabão alcalino), aliada a protocolos personalizados de vacina para dermatite. Na investigação causal, o teste de alergia (seja o prick test para aeroalérgenos ou o patch test de contato para substâncias químicas) orienta medidas precisas de evitação e viabiliza a indicação de vacina para alergia em pacientes sensibilizados a ácaros.
Ativação de Mastócitos, Histamina e Via da Bradicinina
As urticárias caracterizam-se pelo surgimento súbito de urticas (pápulas eritematosas e edematosas intensamente pruriginosas e fugazes, que desaparecem em menos de 24 horas no mesmo ponto sem deixar cicatriz), podendo acompanhar-se de angioedema nas camadas profundas da derme e submucosa. Nos quadros agudos (duração inferior a seis semanas), infecções virais, alimentos e medicamentos figuram entre os gatilhos clássicos; já na urticária crônica espontânea ou nas urticárias induzidas (dermográfica, colinérgica pelo suor/aquecimento, ao frio ou à pressão tardia), mecanismos autoimunes ou de hiper-reatividade mastocitária assumem papel central.
Inflamação da Mucosa Respiratória, Ácaros Domiciliares e Complicações Locais
Sob o conceito médico de 'via aérea única', a inflamação não controlada das cavidades nasais e dos seios paranasais repercute diretamente nos ouvidos (disfunção tubária), nos olhos (rinoconjuntivite), na qualidade do sono e nos brônquios. Em subgrupos específicos, como na Doença Respiratória Exacerbada por Aspirina (DREA), soma-se a polipose nasal recidivante, a asma e a intolerância aos anti-inflamatórios inibidores da COX-1, exigindo diagnóstico especializado para restaurar o olfato e a patência respiratória.
Reações Imediatas, Farmacodermias Tardias e Riscos da Automedicação
As reações de hipersensibilidade a fármacos abrangem mecanismos imunológicos e farmacológicos distintos: desde reações imediatas (até uma a seis horas após a dose, manifestadas por urticária, angioedema labial ou palpebral, broncoespasmo e anafilaxia, comuns com analgésicos inibidores da COX-1 e betalactâmicos) até farmacodermias tardias mediadas por células T, como exantemas maculopapulares e a síndrome DRESS — condição sistêmica que surge semanas após o início de anticonvulsivantes, sulfonas ou alopurinol, cursando com febre, linfonodomegalia, eosinofilia e necessidade de suspensão imediata sob supervisão hospitalar.
Mecanismos Vacinais, Excipientes e Avaliação da Competência Imunitária
Na avaliação da competência do sistema imune — seja em infecções de repetição, alterações laboratoriais de imunoglobulinas (IgG, IgA, IgM, IgE) ou em pessoas vivendo com HIV sob acompanhamento da contagem de linfócitos T CD4 —, distingue-se criteriosamente o uso de vacinas inativadas/subunidades (amplamente seguras mesmo em imunossuprimidos) das vacinas de agentes vivos atenuados, cuja indicação depende do grau de preservação da imunidade celular. Ademais, pacientes em uso de imunoterapia antialérgica podem manter seu calendário vacinal respeitando apenas pequenos intervalos operacionais orientados pela equipe médica.
Prevenção Ambiental, Adesão Terapêutica e Monitoramento Contínuo
O sucesso a longo prazo no manejo das condições alérgicas e imunológicas depende diretamente da aliança entre tratamento médico direcionado e medidas educativas cotidianas. Manter ambientes bem ventilados e livres de acúmulo de poeira doméstica, preservar a hidratação fisiológica das mucosas e da barreira cutânea, respeitar rigorosamente os horários e a técnica de uso das medicações preventivas prescritas e realizar revisões periódicas permitem estabilizar a inflamação subclínica antes que ela evolua para exacerbações agudas.
Critérios de Segurança Clínica e Sinais de Alerta em Alergologia
Reconhecer precocemente os sinais de alerta que exigem reavaliação médica prioritária faz parte da educação em saúde de todo paciente e familiar. Sintomas como dispneia progressiva (dificuldade para respirar ou falar frases completas), chiado torácico refratário, edema súbito de lábios, língua ou glote, tontura por queda pressórica, febre persistente associada a lesões de pele ou acometimento de mucosas demandam atendimento imediato de urgência, seguido de investigação alergológica estruturada para prevenir recorrências futuras.
Impacto na Qualidade de Vida, Sono e Bem-Estar Sistêmico
Além das manifestações físicas diretas, quadros não controlados ligados a Meu filho tem Infecção de Repetição interferem profundamente na arquitetura do sono reparador, na capacidade de concentração escolar e profissional e no equilíbrio emocional. O estresse crônico, por meio de mediadores neuroendócrinos e alarminas epiteliais, retroalimenta a resposta inflamatória imunitária. Dessa forma, instituir uma abordagem integral de reabilitação clínica e ambiental restaura a autonomia diária e o bem-estar global do indivíduo.
Importância do Diagnóstico Diferencial e da Anamnese Detalhada
Na especialidade de Alergia e Imunologia, dois pacientes com sintomas aparentemente semelhantes envolvendo Meu filho tem Infecção de Repetição podem apresentar mecanismos fisiopatológicos completamente distintos. Por essa razão, a história clínica minuciosa — investigando cronologia das crises, ambiente domiciliar e profissional, histórico familiar de atopia, uso de fármacos concomitantes e hábitos alimentares — funciona como bússola indispensável para interpretar corretamente exames laboratoriais (como dosagem de IgE total e específica) e provas funcionais. Um resultado laboratorial isolado jamais substitui o julgamento clínico presencial ou por telemedicina especializada, prevenindo diagnósticos equivocados e tratamentos desnecessários.
Perguntas Complementares Frequentes na Prática Clínica
Reações Imunológicas a Picadas de Insetos e Prevenção de Crises: Na prática alergológica, distinguir um edema inflamatório local de uma reação alérgica sistêmica é decisivo para proteger a vida do paciente. Na hipersensibilidade a mosquitos, ocorre resposta imune mista (imediata mediada por IgE e tardia celular por linfócitos T), fazendo com que uma única picada reative lesões antigas pelo corpo. Já nas reações a abelhas e marimbondos, sintomas à distância do local da ferroada — como placas generalizadas, rouquidão, broncoespasmo ou queda de pressão arterial — caracterizam anafilaxia e demandam conduta imediata.
Mecanismos da Alergia Alimentar, Diagnóstico Preciso e Manejo Nutricional: Na alergologia contemporânea, é essencial diferenciar a reação imunológica contra proteínas alimentares — como caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina no leite de vaca, ovomucoide no ovo ou tropomiosina nos crustáceos — das intolerâncias digestivas não imunes, a exemplo da deficiência da enzima lactase. Enquanto a intolerância provoca distensão abdominal, flatulência e diarreia osmótica restritas ao tubo digestivo, a alergia alimentar envolve linfócitos Th2 e anticorpos IgE ou inflamação celular eosinofílica, podendo causar urticária aguda, angioedema, broncoespasmo, proctocolite ou anafilaxia em minutos após a ingestão de traços.
Imunologia da Mucosa Digestiva: Eixo Intestino-Vias Aéreas e Diagnóstico Diferencial: O equilíbrio entre a microbiota comensal e a mucosa digestiva regula diretamente a tolerância imunológica sistêmica. Proteínas como a gliadina podem modular a liberação de zonulina em indivíduos geneticamente suscetíveis (portadores de alelos HLA-DQ2 ou HLA-DQ8 na doença celíaca), ampliando a permeabilidade intestinal e perpetuando cascatas inflamatórias locais e extraintestinais. A distinção criteriosa entre autoimunidade celíaca, alergia ao trigo IgE-mediada e fermentação de carboidratos FODMAPs evita condutas inadequadas.
Imunologia das Doenças Autoimunes Cutâneas e Cuidado Integrado: Na interface entre a Imunologia Clínica, a Dermatologia e a Reumatologia, avaliar o paciente de forma sistêmica permite reconhecer precocemente comorbidades metabólicas, articulares e eventuais hipersensibilidades coexistentes. Exames como o Fator Antinuclear (FAN) e provas inflamatórias atuam como ferramentas de triagem que só adquirem significado diagnóstico real quando interpretados à luz do exame físico detalhado da pele, unhas, couro cabeludo e articulações.
Fisiopatologia das Urticárias e do Angioedema: Diagnóstico e Controle Seguro: As urticárias caracterizam-se pelo surgimento súbito de urticas (pápulas eritematosas e edematosas intensamente pruriginosas e fugazes, que desaparecem em menos de 24 horas no mesmo ponto sem deixar cicatriz), podendo acompanhar-se de angioedema nas camadas profundas da derme e submucosa. Nos quadros agudos (duração inferior a seis semanas), infecções virais, alimentos e medicamentos figuram entre os gatilhos clássicos; já na urticária crônica espontânea ou nas urticárias induzidas (dermográfica, colinérgica pelo suor/aquecimento, ao frio ou à pressão tardia), mecanismos autoimunes ou de hiper-reatividade mastocitária assumem papel central.
Controle da Inflamação Brônquica, Função Pulmonar e Prevenção do Remodelamento: O monitoramento objetivo por meio da espirometria (prova de função pulmonar com teste broncodilatador) é indispensável mesmo nos períodos em que o paciente acredita estar assintomático, pois detecta obstruções silenciosas em pequenas vias aéreas. Os corticoides inalatórios modernos atuam diretamente na mucosa respiratória em doses medidas em microgramas, oferecendo elevada segurança sistêmica, reduzindo exacerbações graves e protegendo a capacidade respiratória a longo prazo.
Via Aérea Unificada: Manejo da Rinite, Rinossinusite e Hipersensibilidade Nasal: O nariz exerce funções vitais de filtragem, aquecimento e umidificação do ar inspirado antes que ele alcance os pulmões. Na rinite alérgica e na rinossinusite crônica, o contato de aeroalérgenos — sobretudo ácaros da poeira doméstica (Dermatophagoides pteronyssinus e Blomia tropicalis), fungos anemófilos e epitélios — com anticorpos IgE fixados nos mastócitos da mucosa nasal dispara liberação imediata de histamina, leucotrienos e prostaglandinas. Esse processo gera obstrução nasal, prurido, espirros em salva, gotejamento pós-nasal (causa frequente de tosse crônica noturna) e fragilidade vascular que pode favorecer pequenos sangramentos (epistaxe) pelo trauma ao assoar ou pelo jato mal direcionado de sprays.
Segurança Farmacológica, Reações Adversas a Medicamentos e Uso Racional de Corticoides: Outro ponto crítico de farmacovigilância diz respeito ao uso indiscriminado de corticoides sistêmicos orais ou injetáveis de depósito de longa ação (como associações de betametasona intramuscular). Embora promovam alívio rápido aparente, aplicações repetidas suprimem o eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal, elevam a pressão arterial e a glicemia, desmineralizam a massa óssea, fragilizam a imunidade contra infecções e podem provocar dor neuropática local quando aplicadas inadequadamente na região glútea.
Imunização Segura, Resposta Imunológica e Proteção do Paciente Alérgico: A imunização preventiva representa uma das maiores conquistas da medicina para reduzir hospitalizações e complicações infecciosas graves, especialmente em portadores de doenças respiratórias crônicas (como asma e DPOC), cardiopatias, hipertensão arterial e diabetes. Pacientes alérgicos a aeroalérgenos, alimentos ou medicamentos comuns não possuem contraindicação geral às vacinas; a atenção alergológica concentra-se na avaliação específica de raros casos de anafilaxia prévia a componentes isolados da fórmula (como polietilenoglicol, polissorbato ou traços proteicos específicos), situações que hoje contam com protocolos seguros de aplicação assistida.
Plano Diamante: Tratamento Especializado em Alergia Onde Você Estiver
Sabemos que, para muitas famílias, o tratamento da alergia esbarra em dois obstáculos concretos: o alto custo das vacinas alérgicas e a distância até um centro especializado. O Plano Diamante nasceu exatamente para remover essas barreiras, unindo teleconsulta com especialista e acesso facilitado à imunoterapia em todo o território nacional. Doenças imunológicas complexas exigem acompanhamento especializado e contínuo.
Por que pacientes de todo o Brasil escolhem o Plano Diamante
- Teleconsulta com especialista em Alergia e Imunologia, sem filas e sem deslocamentos longos — ideal para quem mora longe dos grandes centros.
- Acesso facilitado à imunoterapia (vacinas antialérgicas e imunoestimulantes inclusas) — indicadas para o tratamento de rinite alérgica, asma, bronquite, dermatite atópica, alergia a picada de insetos/mosquitos (prurigo estrófulo), candidíase de repetição e para o aumento da imunidade em pacientes selecionados —, capaz de modificar a evolução natural da doença alérgica sempre mediante consulta e prescrição individualizada.
- Um caminho mais acessível para quem enfrenta o alto custo das vacinas alérgicas, com planejamento que favorece a continuidade do tratamento.
- Acompanhamento contínuo da evolução clínica, com ajustes de conduta ao longo de todo o ciclo terapêutico.
- Abrangência nacional, com o respaldo de uma rede física consolidada e de um corpo clínico fundador com mais de três décadas de experiência.
Mais de 30 anos cuidando de quem tem alergia
Fundado e conduzido pelo Dr. Marcello Bossois (CRM/RJ 5273214-1) e pela Dra. Patrícia Schlinkert (CRM/RJ 5274541-3), o Projeto Brasil Sem Alergia soma mais de 30 anos de história e mais de 450 mil atendimentos gratuitos, com presença física no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Paraná, um ônibus clínica itinerante que leva testes e consultas a comunidades com pouco acesso à especialidade e uma plataforma de telemedicina que conecta pacientes de todos os estados ao mesmo padrão de cuidado.
COMECE HOJE
Sua consulta especializada está a um clique de distância.
Quero aderir ao Plano DiamanteAgendar teleconsulta
Ambiente oficial de telemedicina: brasilsemalergia.online
Prefere ser atendido presencialmente?
Nossas unidades clínicas realizam consultas, testes alérgicos e acompanhamento de imunoterapia com médicos presenciais:
- Rio de Janeiro: Realengo (Zona Oeste), Zona Norte, Duque de Caxias, Xerém, Nova Iguaçu, Itaguaí, Niterói, Iguaba Grande e São Pedro da Aldeia (Região dos Lagos).
- São Paulo: Campo Limpo (Zona Sul).
- Paraná: Curitiba.
Agende sua consulta presencial ou consulte a programação do ônibus itinerante pela central de atendimento no WhatsApp (21) 99954-5632.
A indicação de imunoterapia e de qualquer tratamento depende de avaliação médica individual. Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta com o especialista.
Conclusão e Síntese das Orientações
Conclui-se que o manejo eficiente das questões relacionadas a Meu filho tem Infecção de Repetição apoia-se na união entre informação científica de qualidade, prevenção ambiental e terapêutica direcionada ao perfil de cada paciente. Diante de sintomas persistentes ou recorrentes, buscar avaliação com médico alergista e imunologista — integrando investigação diagnóstica criteriosa e opções consolidadas de cuidado especializado em alergia e imunologia sempre que indicadas — garante segurança clínica e proteção duradoura da saúde.
Referências científicas e fontes de autoridade
As orientações desta página seguem as diretrizes e a literatura das principais instituições internacionais de Alergia e Imunologia. Para aprofundamento:


