Alergia a camarão? Saiba os riscos que o fruto do mar pode conter
Influncer gaúcho morreu depois de comer um bolinho com a iguaria.

Apesar dos riscos, o camarão também é uma boa fonte de ômega-3
Embora o camarão seja um alimento bastante comum, muitas pessoas apresentam alergia a ele. Na semana passada, um influenciador digital morreu no Rio Grande do Sul devido a uma reação alérgica depois que comeu um bolinho de camarão. O ENFOCO buscou especialistas para esclarecer a causa desse problema.
O coordenador do projeto social Brasil Sem Alergia e Alergista , Marcello Bossois, afirmou que a principal causa de alergia no fruto do mar é uma proteína chamada Tropomiosina, que também está presente no ácaro, a famosa poeira que causa doenças alérgicas nas pessoas como rinite, sinusite, asma e bronquite.
"Essa proteína pode induzir sensibilização ao camarão e às vezes pode transformar essa sensibilização num processo alérgico que culmina com uma reação alérgica grave chamada anafilaxia que pode evoluir para o choque anafilático. O camarão, os crustáceos e o ácaro podem desenvolver reações cruzadas através da proteína Tropomiosina"Marcello Bossois, Alergista
A presidente da Comissão de Alimentos do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio, Isabelle Campelo, também apontou outra substância que causa alergia e está presente no camarão.
“É importante as pessoas saberem que algumas vezes os sintomas de alergia surgem não devido ao camarão, mas sim por causa de um conservante chamado "metabissulfito de sódio", que é usado em alimentos congelados. Diferentemente da reação ocasionada pelo metabissulfito de sódio, a alergia a camarão ocorre devido a Tropomiosina, que é uma proteína importante na contração muscular do camarão. E quando ela é ingerida é alérgica ao ser humano, ocasionando sintomas similares a alergia ao metabissulfito de sódio”, esclareceu.
A hipótese para a morte do influenciador digital foi o chamado choque anafilático que é quando dois ou mais sistemas do corpo são atingidos. O Alergista Marcello esclareceu pontos importantes sobre o caso.
“Por exemplo: você tem a pele e uma alteração no trato gastrintestinal, com náusea, vômito, diarreia, alteração no aparelho respiratório, com tosse, falta de ar, chiado no peito. Com isso, há uma alteração do sistema cardiovascular com o aumento da frequência cardíaca e diminuição da pressão arterial e essa diminuição repentina da pressão arterial faz com que não haja então uma irrigação adequada de sangue para o cérebro, levando a dano cerebral.”
Como descobrir?
O especialista abordou alguns exames que auxiliam as pessoas a descobrir se possuem alergia ou não, tanto a frutos do mar, quanto a outros alimentos. Marcello Bossois contou que existem quatro tipos de testes.
O teste de puntura (Prick Test): que é um teste mais superficial, onde você pinga umas gotinhas na pele do paciente. O intradérmico: ou seja, você pode pegar o extrato alergênico, introduzindo-o dentro da pele do paciente. O teste de provocação: onde você provoca o alimento.
Marcello faz um alerta que sobre o teste de provocação: “Deve ser feito sempre em hospitais, com todo aparato para retirar o paciente de uma crise caso ele tenha que não pode ser feito em clínicas de baixa complexidade por assim dizer teste de provocação ele é o padrão ouro para o diagnóstico de alergias alimentar.
Além desses, também existe o exame de sangue, que possui o método immunoCAP que consegue medir as proteínas e os componentes do camarão e dos crustáceos e saber se há chances de reações cruzadas entre os frutos do mar e o ácaro.
Fonte: Site Enfoco


O Projeto Brasil Sem Alergia consolidou sua trajetória de cuidado e inclusão social em 2007, quando os médicos alergistas e imunologistas Dr. Marcello Bossois e Dra. Patrícia Schlinkert iniciaram um trabalho voluntário em
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