Tenho 55 anos, tenho Bronquite Asmática — Há uns dias me apareceu Urticária — O que pode ser?
As manifestações associadas a Bronquite Asmática despertam importantes questionamentos clínicos e exigem orientação especializada para evitar os riscos da automedicação ou de restrições desnecessárias. Ao abordar o tema "Tenho 55 anos, tenho Bronquite Asmática — Há uns dias me apareceu Urticária — O que pode ser?", este guia educativo reúne o conhecimento prático da equipe médica do Projeto Brasil Sem Alergia com a finalidade de esclarecer os fatores desencadeantes, os exames diagnósticos mais precisos e as estratégias terapêuticas modernas disponíveis atualmente.
✔ Conteúdo médico revisado e validado pelo corpo clínico fundador do Projeto Brasil Sem Alergia
Dr. Marcello Bossois (CRM/RJ 5273214-1) · Dra. Patrícia Schlinkert (CRM/RJ 5274541-3) — mais de 30 anos de história em Alergia e Imunologia, com unidades no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Paraná. Última revisão: novembro de 2026.
Avaliação Alergológica e Resposta Clínica Fundamentada
E tem outra perguntinha que eu tenho 55 anos tenho bronquite asmática uso o extrato de própolis e vitamina d3 para imunidade aos dias e apareceu urticária é então deixa eu explicar para você uma coisa a vitamina d ela tem uma função é primordial na manutenção da imunidade e também da saúde pulmonar tem muitos estudos mostrando isso, porém você não pode ficar usando vitamina dele e excesso tá se você tem níveis adequados de vitamina d no sangue já é suficiente não precisa ficar usando a vitamina d é para tentar tratar uma doença existem algumas alguns pensamentos, alguns estudos publicados que diz que a vitamina dele ela vem a induzir a produção de uma substância chamada catelicidina ea catelicidina teria uma ação então antibiótica tá melhorando então o os quadros de infecção só que isso não é algo ainda que não tá aprovados não tem ainda uma validação científica adequado a chamada dkp decidindo até o médico aí que eu admiro muito é o flávio me dele aqui tá não contrariá-lo, mas eu gosto de ouvir o que ele fala ele fala algumas coisas polêmicas algumas verdades que fala sobre essa chamada sicar ter esse diante quer vitamina d tem, mas não existe ainda estudo suficiente que mostra eficácia dessa carta desse dina para o tratamento de infecções e também o uso da vitamina d diária para prevenção de infecções o que você precisa entender é que você já tem os níveis normais de vitamina d, ou seja, o seu médico pediu um exame de sangue e a vitamina d veio normal já é suficiente e vai acompanhando, vai tomando sol só muito importante, porque nós sabemos que a vitamina d ela é produzida através do nosso próprio colesterol a deus que o colesterol ele não é de todo mau colesterol ele faz parte da vida produz nossos hormônios e dentre eles nós sabemos que hoje é vitamina d é um hormônio esteroide e os raios se transforma o nosso colesterol em vitamina d então por isso que é importante você toma sol pelo menos aquele sol que faz bem de 9 a 18 10 horas da manhã que é o sol que tem uma menor incidência de raios ultravioletas, e que vai diminuir a chance você pegar algum tipo de neoplasia eu sei você que esse estimado colega que eu gosto muito ele tem uma ideia diferente, mas eu respeito a ideia dele, mas eu fico realmente e cioso e mandar você tomar aquele sol de 10 anos as quatro horas daqui a pouco você vir com uma lesão neoplásica com uma lesão é de um câncer de pele, com melanoma com qualquer outro tipo de câncer de pele, é o ok então vitamina d se você tá com a vitamina d normal basta você tomar sol todo dia e só aqui de só que não vai agravar sua situação nem vai colocar você em risco para desenvolver câncer de pele é tem uma outra pergunta que também que você fala em relação própolis, o próprio e sim uma substância de origem animal têm muitos estudos na área de medicina natural que mostra que o próprio sistema sendo estimulante vai fazer mal se usar o própolis como suplemento alimentar tem que tomar cuidado que ele muitas vezes vem com açúcar, esse açúcar pode aumentar a glicemia se você tem tendência a diabetes é para desenvolver diabetes e e agora pode ser pode ser que realmente esteja desenvolvendo uma reação de hipersensibilidade tanto ao próprio que contém vitamina d que esteja levando um quadro esticar lembrando muito importante o especialista falar que existem algumas manifestações clínicas do coronavírus que estão se manifestando com urticária tá lesões urticariformes e a lesão passa e ela foi o coronavírus que provocou o coronavírus não necessariamente em todos os casos ele está desenvolvendo a reações respiratórias só tá como dor de garganta com tosse com falta de ar e alguns casos quem desenvolve o tica área e tem alguns casos que está desenvolvendo também problemas gastrointestinais adenite mesentérica inclusive tem muito paciente aí com suspeita de abdômen agudo é uma emergência cirúrgica, quando chega no médico tá com abdominal abdome rígido o médico apalpa o abdômen sendo que pudesse entender as fábricas vezes um padre terminar muito pode ser também a dona do google coronavírus chega no médico o médico a falta daquele abdome em tábua puxa vida está com apendicite supurada tá com uma konishi aguda supurada tem que levar esse paciente logo para o centro cirúrgico e não é é uma renite mesentérica uma inflamação é justamente dos gânglios no intestino que aumentou de tamanho e frango e down um quadro parecido com abdome agudo então é muito perigoso e urticária tá também se apresentando comuns sintomas de coronavírus não são todos o mais comum são sintomas respiratórios.
Que ela assim deixa eu te falar uma coisa para você não colocou seu nome aqui, é compartilha esse vídeo máximo possível para você poder ajudar muitas pessoas em relação a essas duas situações a questão da urticária do coronavírus é questão também do problema abdominal que o plano av é muito importante é compartilhar para o máximo de pessoas possível aí você tá me dizendo que está usando alektos 20mg frontal de 5 e da frente 40 pode ter sido próprio é difícil o especialista falar agora eu vou pedir o seguinte para você para lá daniel no telefone nesse caso o especialista já não vai falar mais assuntos mais genéricos de conhecimento geral procede-se a ter que realmente agora de uma consulta médica o conselho federal de medicina e autorizou desde o dia 1932 1020 a telemedicina temos um telefone aqui o 99 37 42 42 você pode entrar em contato com esse número falar com os nossos médicos e ele vai conversar com você através da telemedicina.
Considera-se clinicamente que a melhor forma da gente entender melhor seu para o que ele é nós então fazemos a telemedicina tem que ser confidencial isso que nós estamos conversando com o especialista não coloca o nome todo paciente que só fala o primeiro nome e o que nós estamos conversando justamente é algo de assunto de interesse geral é que vai é, mas você vai precisar de uma avaliação personalizada então é 21993 74 24.200 faz assim não manda uma mensagem quero uma consulta por telemedicina aí o médico me atendeu você. Um abração obrigado pela sua pergunta e.
Desdobramento em Medicina Baseada em Evidências: Fisiopatologia e Manejo Escalonado das Urticárias e Angioedemas
Em conformidade com a diretriz internacional EAACI/GA²LEN/EuroGuiDerm/APAAACI para o manejo da urticária e do angioedema, a degranulação de mastócitos cutâneos com liberação de histamina, fator ativador de plaquetas (PAF) e citocinas promove vasodilatação, extravasamento plasmático dérmico (pápulas/urticas pruriginosas fugazes ou angioedema submucoso/subcutâneo) e recrutamento celular. Para distinguir o angioedema histaminérgico do angioedema mediado por bradicinina (associado à deficiência/disfunção do inibidor de C1-esterase — C1-INH — ou ao uso de inibidores da ECA), avaliam-se a presença de urticas, a resposta aos anti-histamínicos e a dosagem de C4 e C1-INH. O tratamento farmacológico de primeira linha das urticárias crônicas baseia-se nos anti-histamínicos H1 de segunda geração não sedantes em dose padrão, podendo ser escalonados em até quatro vezes a dose habitual sob prescrição médica antes da indicação de terapia imunobiológica anti-IgE.
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Fisiopatologia das Urticárias e do Angioedema: Diagnóstico e Controle Seguro
Ativação de Mastócitos, Histamina e Via da Bradicinina
Quando ocorre angioedema isolado recorrente sem placas pruriginosas ao redor, o raciocínio imunológico deve distinguir os quadros histaminérgicos daqueles mediados por bradicinina — incluindo o angioedema hereditário ou adquirido por deficiência funcional ou quantitativa do inibidor de C1-esterase (C1-INH) e as reações induzidas por anti-hipertensivos inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECA). Essa diferenciação é vital, pois o angioedema bradicininérgico não responde a anti-histamínicos ou corticoides convencionais.
Escalonamento Terapêutico sem Uso Abusivo de Corticoides
As diretrizes internacionais preconizam os anti-histamínicos H1 de segunda geração (não sedativos) em doses otimizadas sob supervisão médica como primeira linha, reservando anticorpos monoclonais anti-IgE (como o omalizumabe) para casos crônicos refratários e evitando ciclos repetidos de corticoides sistêmicos que causam efeito rebote. A investigação com teste de alergia e avaliação especializada de pele permite excluir gatilhos ocultos e alinhar, quando há atopia coexistente, estratégias como a vacina para alergia.
Hiper-Reatividade das Vias Aéreas Inferiores e Papel da Terapia Inalatória
A asma brônquica e a bronquite alérgica constituem doenças inflamatórias crônicas das vias aéreas inferiores, marcadas por hiper-reatividade brônquica, edema de mucosa, hipersecreção de muco e obstrução variável ao fluxo expiratório. Quando a inflamação eosinofílica ou alérgica (tipo 2) permanece sem controle adequado ao longo dos anos — ou quando o paciente utiliza apenas broncodilatadores de alívio rápido sem tratar a base inflamatória —, ocorre espessamento da membrana basal e hipertrofia da musculatura lisa brônquica, processo conhecido como remodelamento brônquico.
Alergia IgE-Mediada, Mista e Diferença para Intolerâncias Enzimáticas
O sistema imunológico associado à mucosa gastrointestinal atua normalmente mantendo tolerância oral diante de milhares de proteínas da dieta. Quando há quebra dessa barreira imunitária — influenciada por predisposição genética, disbiose da microbiota intestinal ou imaturidade da IgA secretora na infância —, frações proteicas intactas sensibilizam mastócitos e basófilos. Por isso, um exame de sangue isoladamente positivo reflete apenas sensibilização biológica, devendo sempre ser correlacionado à história clínica e, quando necessário, ao teste de provocação oral supervisionado em ambiente médico.
Barreira Epitelial, Inflamação Eosinofílica e Permeabilidade Intestinal
As afecções imunomediadas do trato gastrointestinal — incluindo a esofagite eosinofílica, a doença celíaca e a sensibilidade não celíaca ao glúten — compartilham alterações na integridade das junções firmes do epitélio digestivo. Na esofagite eosinofílica, frequentemente associada a rinite, asma e dermatite atópica, a infiltração de eosinófilos na parede do esôfago provoca disfagia, impactação alimentar e sintomas que simulam refluxo gastroesofágico refratário aos inibidores de bomba de prótons.
Disfunção Epitelial, Microbioma da Pele e Sensibilização Tardia
Nas dermatites eczematosas e quadros de prurido crônico, diferenciar a atopia constitucional da dermatite alérgica de contato (uma reação de hipersensibilidade tardia do tipo IV mediada por linfócitos T sensibilizados a metais, conservantes cosméticos, fragrâncias, resinas ou borracha) é indispensável. A exposição repetida ao agente sensibilizante mantém a inflamação cutânea ativa mesmo sob uso de pomadas anti-inflamatórias, exigindo identificação exata do fator desencadeante.
Inflamação da Mucosa Respiratória, Ácaros Domiciliares e Complicações Locais
O nariz exerce funções vitais de filtragem, aquecimento e umidificação do ar inspirado antes que ele alcance os pulmões. Na rinite alérgica e na rinossinusite crônica, o contato de aeroalérgenos — sobretudo ácaros da poeira doméstica (Dermatophagoides pteronyssinus e Blomia tropicalis), fungos anemófilos e epitélios — com anticorpos IgE fixados nos mastócitos da mucosa nasal dispara liberação imediata de histamina, leucotrienos e prostaglandinas. Esse processo gera obstrução nasal, prurido, espirros em salva, gotejamento pós-nasal (causa frequente de tosse crônica noturna) e fragilidade vascular que pode favorecer pequenos sangramentos (epistaxe) pelo trauma ao assoar ou pelo jato mal direcionado de sprays.
Mecanismos Vacinais, Excipientes e Avaliação da Competência Imunitária
Na avaliação da competência do sistema imune — seja em infecções de repetição, alterações laboratoriais de imunoglobulinas (IgG, IgA, IgM, IgE) ou em pessoas vivendo com HIV sob acompanhamento da contagem de linfócitos T CD4 —, distingue-se criteriosamente o uso de vacinas inativadas/subunidades (amplamente seguras mesmo em imunossuprimidos) das vacinas de agentes vivos atenuados, cuja indicação depende do grau de preservação da imunidade celular. Ademais, pacientes em uso de imunoterapia antialérgica podem manter seu calendário vacinal respeitando apenas pequenos intervalos operacionais orientados pela equipe médica.
Prevenção Ambiental, Adesão Terapêutica e Monitoramento Contínuo
O sucesso a longo prazo no manejo das condições alérgicas e imunológicas depende diretamente da aliança entre tratamento médico direcionado e medidas educativas cotidianas. Manter ambientes bem ventilados e livres de acúmulo de poeira doméstica, preservar a hidratação fisiológica das mucosas e da barreira cutânea, respeitar rigorosamente os horários e a técnica de uso das medicações preventivas prescritas e realizar revisões periódicas permitem estabilizar a inflamação subclínica antes que ela evolua para exacerbações agudas.
Critérios de Segurança Clínica e Sinais de Alerta em Alergologia
Reconhecer precocemente os sinais de alerta que exigem reavaliação médica prioritária faz parte da educação em saúde de todo paciente e familiar. Sintomas como dispneia progressiva (dificuldade para respirar ou falar frases completas), chiado torácico refratário, edema súbito de lábios, língua ou glote, tontura por queda pressórica, febre persistente associada a lesões de pele ou acometimento de mucosas demandam atendimento imediato de urgência, seguido de investigação alergológica estruturada para prevenir recorrências futuras.
Impacto na Qualidade de Vida, Sono e Bem-Estar Sistêmico
Além das manifestações físicas diretas, quadros não controlados ligados a Bronquite Asmática interferem profundamente na arquitetura do sono reparador, na capacidade de concentração escolar e profissional e no equilíbrio emocional. O estresse crônico, por meio de mediadores neuroendócrinos e alarminas epiteliais, retroalimenta a resposta inflamatória imunitária. Dessa forma, instituir uma abordagem integral de reabilitação clínica e ambiental restaura a autonomia diária e o bem-estar global do indivíduo.
Importância do Diagnóstico Diferencial e da Anamnese Detalhada
Na especialidade de Alergia e Imunologia, dois pacientes com sintomas aparentemente semelhantes envolvendo Bronquite Asmática podem apresentar mecanismos fisiopatológicos completamente distintos. Por essa razão, a história clínica minuciosa — investigando cronologia das crises, ambiente domiciliar e profissional, histórico familiar de atopia, uso de fármacos concomitantes e hábitos alimentares — funciona como bússola indispensável para interpretar corretamente exames laboratoriais (como dosagem de IgE total e específica) e provas funcionais. Um resultado laboratorial isolado jamais substitui o julgamento clínico presencial ou por telemedicina especializada, prevenindo diagnósticos equivocados e tratamentos desnecessários.
Plano Diamante: Tratamento Especializado em Alergia Onde Você Estiver
Tratar a causa da alergia exige constância — e constância exige acesso. O Plano Diamante foi desenhado para pacientes de todo o Brasil que enfrentam o alto custo das vacinas alérgicas e as dificuldades de deslocamento, oferecendo acompanhamento especializado por telemedicina e acesso facilitado ao tratamento imunoterápico. Uma pele em paz, sem coceira constante e sem crises que roubam o sono.
Por que pacientes de todo o Brasil escolhem o Plano Diamante
- Teleconsulta com especialista em Alergia e Imunologia, sem filas e sem deslocamentos longos — ideal para quem mora longe dos grandes centros.
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- Um caminho mais acessível para quem enfrenta o alto custo das vacinas alérgicas, com planejamento que favorece a continuidade do tratamento.
- Acompanhamento contínuo da evolução clínica, com ajustes de conduta ao longo de todo o ciclo terapêutico.
- Abrangência nacional, com o respaldo de uma rede física consolidada e de um corpo clínico fundador com mais de três décadas de experiência.
Mais de 30 anos cuidando de quem tem alergia
Fundado e conduzido pelo Dr. Marcello Bossois (CRM/RJ 5273214-1) e pela Dra. Patrícia Schlinkert (CRM/RJ 5274541-3), o Projeto Brasil Sem Alergia soma mais de 30 anos de história e mais de 450 mil atendimentos gratuitos, com presença física no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Paraná, um ônibus clínica itinerante que leva testes e consultas a comunidades com pouco acesso à especialidade e uma plataforma de telemedicina que conecta pacientes de todos os estados ao mesmo padrão de cuidado.
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Ambiente oficial de telemedicina: brasilsemalergia.online
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Nossas unidades clínicas realizam consultas, testes alérgicos e acompanhamento de imunoterapia com médicos presenciais:
- Rio de Janeiro: Realengo (Zona Oeste), Zona Norte, Duque de Caxias, Xerém, Nova Iguaçu, Itaguaí, Niterói, Iguaba Grande e São Pedro da Aldeia (Região dos Lagos).
- São Paulo: Campo Limpo (Zona Sul).
- Paraná: Curitiba.
Agende sua consulta presencial ou consulte a programação do ônibus itinerante pela central de atendimento no WhatsApp (21) 99954-5632.
A indicação de imunoterapia e de qualquer tratamento depende de avaliação médica individual. Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta com o especialista.
Conclusão e Síntese das Orientações
Conclui-se que o manejo eficiente das questões relacionadas a Bronquite Asmática apoia-se na união entre informação científica de qualidade, prevenção ambiental e terapêutica direcionada ao perfil de cada paciente. Diante de sintomas persistentes ou recorrentes, buscar avaliação com médico alergista e imunologista — integrando investigação diagnóstica criteriosa e opções consolidadas de tratamento de rinite sempre que indicadas — garante segurança clínica e proteção duradoura da saúde.
Referências científicas e fontes de autoridade
As orientações desta página seguem as diretrizes e a literatura das principais instituições internacionais de Alergia e Imunologia. Para aprofundamento:


