Tenho Bronquite Asmática e Rinite Alérgica — Tive Pneumonia — Corro risco ao pegar esse Coronavírus?
Tenho Bronquite Asmática e Rinite Alérgica — Tive Pneumonia — Corro risco ao pegar esse Coronavírus?
No universo das doenças alérgicas e imunomediadas, o tema Rinite Alérgica ocupa posição de destaque pela frequência com que impacta o bem-estar diário de crianças, adultos e idosos. A presente publicação foi elaborada com o propósito de elucidar integralmente a questão "Tenho Bronquite Asmática e Rinite Alérgica — Tive Pneumonia — Corro risco ao pegar esse Coronavírus?", oferecendo um panorama estruturado desde a fisiopatologia até a investigação diagnóstica e a prevenção segura de novas crises.
✔ Conteúdo médico revisado e validado pelo corpo clínico fundador do Projeto Brasil Sem Alergia
Dr. Marcello Bossois (CRM/RJ 5273214-1) · Dra. Patrícia Schlinkert (CRM/RJ 5274541-3) — mais de 30 anos de história em Alergia e Imunologia, com unidades no Rio de Janeiro , em São Paulo e no Paraná. Última revisão: novembro de 2026.
Esclarecimento Médico Especializado: Entenda o Quadro Clínico
E a rosicler minha filha tem 15 anos e sofre com bronquite asmática rinite alérgica ela tomou as vacinas do ano passado, mas teve pneumonia ela tem possibilidade pegar esse coronavírus olha 15 anos não é a idade é não é o perfil, não é o perfil de risco é de 0 a 19 anos tem um índice baixíssimo de complicações pelo coronavírus, mas ela tem um agravante que é uma bronquite asmática e rinite alérgica não é impossível, mas se o especialista for analisar elas são muito poucos casos no mundo inteiro de paciente que complicam coronavírus nessa idade entre 10 e 19 anos é isso pode-se falar muitas vezes pela questão do sistema imunitário da gente e quando o especialista nasce dispõe-se de o sistema imunitário que o especialista nasceu, e não aquele que o especialista adquire durante a vida é o chamado sistema imunitário e neto tá que aquele sistema imunitário que o especialista nasce junto com ele as primeiras defesas que dispõe-se de quando o especialista é pequenininho assim nasceu então só de defesas da mãe passivas, os anticorpos da mãe circulante e as defesas celulares que nós temos é principalmente as defesas de macrófagos medis de células que têm atividades macrofágica então procede-se a envelhecendo então sistema inato da gente monetary nada ele vai sendo substituído pelo sistema adquirido para que procede-se a adquirindo durante a vida através da produção dos chamados linfócitos b linfócitos b ea produção de anticorpos bloqueadores neutralizante naquela cg entendeu procede-se a ser vacinando ou entrando em contato com germes e isso vai certa forma adquirir um sistema imunitário só que parece que o coronavírus ele reage mais ao sistema inato aquele sistema que o especialista nasce o sistema que o especialista adquire, ou seja, parece que o anticorpo não bloqueia tão adequadamente coronavírus como o anticorpo como o sistema celular que dispõe-se de minato então quando o especialista nasce procede-se a vai meio que contrabalançando, vão suponhamos que esses terminado lá em cima, então se terminara por lá em cima esse tema de que tudo aqui embaixo procede-se a nascendo vai crescendo vai fazendo isso e chega por volta dos 20 anos você faz então equilíbrio entre o sistema inato aquele que você nasceu e o sistema adquirido aqui que você vai descobrir durante aviso então por isso que a chance do paciente que tem o sistema inato lá em cima sistema adquirido aqui embaixo é menor de desenvolver sintomas de coronavírus por incrível que pareça, e procede-se a envelhecendo aí esse gradiente ele vai mudando então sistema adquirida de vai aumentando e na tu vai baixando e o especialista fica com adquirido lá em cima e o neto lá embaixo por isso que os pacientes idosos em pacientes adultos mais idosos ou idosos mesmo assim que 60 anos e tem mais chance de complicado coronavírus e quarenta por cento dos quadros é de complicação do coronavírus estão entre a faixa etária de cinco de perdão de 54 anos até 80 então de quarenta por cento dos quatro cumprir custam entre 54 anos até 80 anos então realmente algo complicado na os pacientes têm a que não está ciente que estão nessa faixa etária também tem condições de complicar bastante ok então, porque o sistema nosso e na tá lá embaixo onde que ele tá lá em cima perdão vocês terminar tá lá em cima e onde que ele tá lá em baixo fiz uma confusão aqui só você voltar o replay ok, mas você me perguntou o seguinte você falou em relação você não tomou as vacinas ela tomou as vacinas do ano passado as vacinas de quê que tu vai assinar o autor o início leste ou tomou vacina de alergia ela tomou vacina imunizante aí a vacina que bloqueia a a pneumonia é, porque pela verdade, porque o menino é provocada por vários zé daí não é só o pneumococcus às vezes ela tomou só vacina de pneumo ocorre é necessário saber que tipo de vacina que não ficou claro em relação a isso ela tem possibilidade de pegar esse coronavírus a tem como todos nós temos é como oitenta por cento da população vai pegar o coronavírus não tem jeito é uma chuva que tá vindo e muita gente vai se molhar tá até nós realmente fazemos imunidade de rebanho nós utilizamos esse coronavírus e aqueles vinte por cento restante e paciente que sobrarem que não pegar o coronavírus eles não vão pegar, porque os oitenta por cento pegaram e conseguir neutralizar e fazer com que ele não tomasse mais é uma abrangência tá então possibilidades tem a questão da complicação maternidade o favor dela como eu explicar para você e ela também é tem a questão bom dia ela tem esse problema da bronquite asmática e rinite alérgica são dois fatores que é bronquite asmática realmente quando você tem algumas fechado você tem dificuldade de contrabalançar infecções que vêm de fora, como no carro coronavírus a gripe então é importante ela tratar rapidamente essa bronquite asmática para ela não ter uma complicação pelo coronavírus e também tratar rinite que nós sabemos que teoricamente a possibilidade de um paciente ter coronavírus pegar o coronavírus com a mente a maior, porque se ele pega com mais facilidade gripe e resfriados está mais que provado científicamente existe uma possibilidade uma probabilidade não é nada certo, mas é bom o especialista errar pelo excesso dele pegar o coronavírus.
Então é existe uma possibilidade agora tem que saber realmente qual o tipo de vacina que ela tomou sua vasco tomou vacina para pneumonia ela pegou pneumonia o especialista também tem que saber se realmente for uma pneumonia, porque tem muita coisa que ficou forte com cremonia por exemplo tubérculo a hipnose é um problema sério que muita gente acha que tava tendo pneumonia, mas já tá tuberculose, e o paciente até melhor um tratamento como um paciente jovem como ter uma unidade bastante adequada para combater um processo é de uma bactéria de um bacilo de coque que é o bacilo da tuberculose então aquilo ali fica como se fosse uma pneumonia, mas não foi vão tuberculose então tem que entender melhor o quadro clínico dela e eu coloco à disposição aquele telemedicina o whatsapp 2019 97 42042 e manda uma mensagem de texto para gente dizendo assim eu preciso de uma consulta com o médico e o médico então vai entrar em contato com você para que vocês possam conversar e você passar melhor com bastante detalhamento esse quadro clínico dela, mas pelo menos você entendeu meu raciocínio e na hora que você conversar com ela você vai direcionada na conversa entendendo que ele vai querer ouvir.
Isso pelo menos vai te ajudar bastante. É é importante também você é relatar exata a vacina de la tomo se tiver o calendário vacinal dela caderneta de vacinas é muito importante que o médico receba uma cópia dessa caderneta de vacinas para que eles possam entender que tá prescrito ali e poder é acrescentar o que não foi prescrito o que não foi dado. Em relação às vacinas muito obrigado a você criar.
Desdobramento em Medicina Baseada em Evidências: Controle da Inflamação Brônquica e Função Pulmonar (GINA)
De acordo com as diretrizes globais da Global Initiative for Asthma (GINA), a asma brônquica é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas caracterizada por hiper-reatividade brônquica e obstrução variável ao fluxo aéreo expiratório, objetivamente documentada pela espirometria (prova de função pulmonar com prova broncodilatadora). O pilar terapêutico fundamental consiste no controle contínuo da inflamação eosinofílica/Th2 da mucosa brônquica por meio de corticosteroides inalatórios (isolados ou associados a broncodilatadores beta-2 agonistas de longa duração — LABA, como formoterol ou salmeterol), utilizando técnica inalatória adequada ou espaçador valvulado. O uso isolado e repetitivo de broncodilatadores de curta duração (como salbutamol ou fenoterol) sem cobertura anti-inflamatória inalatória está associado a maior risco de exacerbações graves e remodelamento brônquico.
💎 Plano Diamante — Imunização segura, mesmo para quem tem histórico de alergias. Fale com um especialista em Alergia e Imunologia por teleconsulta, de qualquer cidade do Brasil. Agendar teleconsulta →
Controle da Inflamação Brônquica, Função Pulmonar e Prevenção do Remodelamento
Hiper-Reatividade das Vias Aéreas Inferiores e Papel da Terapia Inalatória
O monitoramento objetivo por meio da espirometria (prova de função pulmonar com teste broncodilatador) é indispensável mesmo nos períodos em que o paciente acredita estar assintomático, pois detecta obstruções silenciosas em pequenas vias aéreas. Os corticoides inalatórios modernos atuam diretamente na mucosa respiratória em doses medidas em microgramas, oferecendo elevada segurança sistêmica, reduzindo exacerbações graves e protegendo a capacidade respiratória a longo prazo.
Técnica Inalatória, Controle Ambiental e Imunoterapia Respiratória
A integração entre controle ambiental da poeira doméstica, adesão ao plano preventivo prescrito e realização de teste de alergia permite personalizar o tratamento de bronquite. Na presença de sensibilização IgE comprovada, a vacina para asma atua na causa imunológica da hiper-reatividade respiratória, enquanto casos de asma grave refratária contam hoje com imunobiológicos de alta precisão.
Inflamação da Mucosa Respiratória, Ácaros Domiciliares e Complicações Locais
O nariz exerce funções vitais de filtragem, aquecimento e umidificação do ar inspirado antes que ele alcance os pulmões. Na rinite alérgica e na rinossinusite crônica, o contato de aeroalérgenos — sobretudo ácaros da poeira doméstica (Dermatophagoides pteronyssinus e Blomia tropicalis), fungos anemófilos e epitélios — com anticorpos IgE fixados nos mastócitos da mucosa nasal dispara liberação imediata de histamina, leucotrienos e prostaglandinas. Esse processo gera obstrução nasal, prurido, espirros em salva, gotejamento pós-nasal (causa frequente de tosse crônica noturna) e fragilidade vascular que pode favorecer pequenos sangramentos (epistaxe) pelo trauma ao assoar ou pelo jato mal direcionado de sprays.
Mecanismos Vacinais, Excipientes e Avaliação da Competência Imunitária
Na avaliação da competência do sistema imune — seja em infecções de repetição, alterações laboratoriais de imunoglobulinas (IgG, IgA, IgM, IgE) ou em pessoas vivendo com HIV sob acompanhamento da contagem de linfócitos T CD4 —, distingue-se criteriosamente o uso de vacinas inativadas/subunidades (amplamente seguras mesmo em imunossuprimidos) das vacinas de agentes vivos atenuados, cuja indicação depende do grau de preservação da imunidade celular. Ademais, pacientes em uso de imunoterapia antialérgica podem manter seu calendário vacinal respeitando apenas pequenos intervalos operacionais orientados pela equipe médica.
Disfunção Epitelial, Microbioma da Pele e Sensibilização Tardia
A pele atua como o primeiro órgão de defesa imunológica do organismo humano. Na dermatite atópica, alterações genéticas em proteínas estruturais do estrato córneo (como a filagrina) e na composição de ceramidas provocam perda transepidérmica de água, ressecamento acentuado e entrada facilitada de ácaros e aeroalérgenos. Esse microambiente ativa citocinas do perfil Th2 (especialmente IL-4, IL-13 e IL-31, diretamente ligada ao prurido intenso) e favorece a colonização pelo Staphylococcus aureus, cujos superantígenos perpetuam as crises eczematosas.
Impacto na Qualidade de Vida, Sono e Bem-Estar Sistêmico
Além das manifestações físicas diretas, quadros não controlados ligados a Rinite Alérgica interferem profundamente na arquitetura do sono reparador, na capacidade de concentração escolar e profissional e no equilíbrio emocional. O estresse crônico, por meio de mediadores neuroendócrinos e alarminas epiteliais, retroalimenta a resposta inflamatória imunitária. Dessa forma, instituir uma abordagem integral de reabilitação clínica e ambiental restaura a autonomia diária e o bem-estar global do indivíduo.
Importância do Diagnóstico Diferencial e da Anamnese Detalhada
Na especialidade de Alergia e Imunologia, dois pacientes com sintomas aparentemente semelhantes envolvendo Rinite Alérgica podem apresentar mecanismos fisiopatológicos completamente distintos. Por essa razão, a história clínica minuciosa — investigando cronologia das crises, ambiente domiciliar e profissional, histórico familiar de atopia, uso de fármacos concomitantes e hábitos alimentares — funciona como bússola indispensável para interpretar corretamente exames laboratoriais (como dosagem de IgE total e específica) e provas funcionais. Um resultado laboratorial isolado jamais substitui o julgamento clínico presencial ou por telemedicina especializada, prevenindo diagnósticos equivocados e tratamentos desnecessários.
Prevenção Ambiental, Adesão Terapêutica e Monitoramento Contínuo
O sucesso a longo prazo no manejo das condições alérgicas e imunológicas depende diretamente da aliança entre tratamento médico direcionado e medidas educativas cotidianas. Manter ambientes bem ventilados e livres de acúmulo de poeira doméstica, preservar a hidratação fisiológica das mucosas e da barreira cutânea, respeitar rigorosamente os horários e a técnica de uso das medicações preventivas prescritas e realizar revisões periódicas permitem estabilizar a inflamação subclínica antes que ela evolua para exacerbações agudas.
Critérios de Segurança Clínica e Sinais de Alerta em Alergologia
Reconhecer precocemente os sinais de alerta que exigem reavaliação médica prioritária faz parte da educação em saúde de todo paciente e familiar. Sintomas como dispneia progressiva (dificuldade para respirar ou falar frases completas), chiado torácico refratário, edema súbito de lábios, língua ou glote, tontura por queda pressórica, febre persistente associada a lesões de pele ou acometimento de mucosas demandam atendimento imediato de urgência, seguido de investigação alergológica estruturada para prevenir recorrências futuras.
Perguntas Complementares Frequentes na Prática Clínica
Reações Imunológicas a Picadas de Insetos e Prevenção de Crises: Na prática alergológica, distinguir um edema inflamatório local de uma reação alérgica sistêmica é decisivo para proteger a vida do paciente. Na hipersensibilidade a mosquitos, ocorre resposta imune mista (imediata mediada por IgE e tardia celular por linfócitos T), fazendo com que uma única picada reative lesões antigas pelo corpo. Já nas reações a abelhas e marimbondos, sintomas à distância do local da ferroada — como placas generalizadas, rouquidão, broncoespasmo ou queda de pressão arterial — caracterizam anafilaxia e demandam conduta imediata.
Mecanismos da Alergia Alimentar, Diagnóstico Preciso e Manejo Nutricional: Na alergologia contemporânea, é essencial diferenciar a reação imunológica contra proteínas alimentares — como caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina no leite de vaca, ovomucoide no ovo ou tropomiosina nos crustáceos — das intolerâncias digestivas não imunes, a exemplo da deficiência da enzima lactase. Enquanto a intolerância provoca distensão abdominal, flatulência e diarreia osmótica restritas ao tubo digestivo, a alergia alimentar envolve linfócitos Th2 e anticorpos IgE ou inflamação celular eosinofílica, podendo causar urticária aguda, angioedema, broncoespasmo, proctocolite ou anafilaxia em minutos após a ingestão de traços.
Imunologia da Mucosa Digestiva: Eixo Intestino-Vias Aéreas e Diagnóstico Diferencial: O equilíbrio entre a microbiota comensal e a mucosa digestiva regula diretamente a tolerância imunológica sistêmica. Proteínas como a gliadina podem modular a liberação de zonulina em indivíduos geneticamente suscetíveis (portadores de alelos HLA-DQ2 ou HLA-DQ8 na doença celíaca), ampliando a permeabilidade intestinal e perpetuando cascatas inflamatórias locais e extraintestinais. A distinção criteriosa entre autoimunidade celíaca, alergia ao trigo IgE-mediada e fermentação de carboidratos Fodmaps evita condutas inadequadas.
Saúde da Barreira Cutânea, Inflamação Imunológica e Controle do Prurido: A pele atua como o primeiro órgão de defesa imunológica do organismo humano. Na dermatite atópica, alterações genéticas em proteínas estruturais do estrato córneo (como a filagrina) e na composição de ceramidas provocam perda transepidérmica de água, ressecamento acentuado e entrada facilitada de ácaros e aeroalérgenos. Esse microambiente ativa citocinas do perfil Th2 (especialmente IL-4, IL-13 e IL-31, diretamente ligada ao prurido intenso) e favorece a colonização pelo Staphylococcus aureus, cujos superantígenos perpetuam as crises eczematosas.
Imunologia das Doenças Autoimunes Cutâneas e Cuidado Integrado: Na interface entre a Imunologia Clínica, a Dermatologia e a Reumatologia, avaliar o paciente de forma sistêmica permite reconhecer precocemente comorbidades metabólicas, articulares e eventuais hipersensibilidades coexistentes. Exames como o Fator Antinuclear (FAN) e provas inflamatórias atuam como ferramentas de triagem que só adquirem significado diagnóstico real quando interpretados à luz do exame físico detalhado da pele, unhas, couro cabeludo e articulações.
Plano Diamante: Tratamento Especializado em Alergia Onde Você Estiver
Viver a centenas de quilômetros de um Alergista ou interromper o tratamento por causa do preço das vacinas não deveria ser o destino de ninguém. Com o Plano Diamante, o Brasil Sem Alergia leva o mesmo padrão de cuidado de suas clínicas até a sua casa, com consultas por telemedicina e um caminho mais acessível para a imunoterapia. Imunização segura, mesmo para quem tem histórico de alergias.
Por que pacientes de todo o Brasil escolhem o Plano Diamante
- Teleconsulta com especialista em Alergia e Imunologia, sem filas e sem deslocamentos longos — ideal para quem mora longe dos grandes centros.
- Acesso facilitado à imunoterapia (vacinas antialérgicas e imunoestimulantes inclusas) — indicadas para o tratamento de rinite alérgica, asma, bronquite, dermatite atópica, alergia a picada de insetos/mosquitos (prurigo estrófulo), candidíase de repetição e para o aumento da imunidade em pacientes selecionados —, capaz de modificar a evolução natural da doença alérgica sempre mediante consulta e prescrição individualizada.
- Um caminho mais acessível para quem enfrenta o alto custo das vacinas alérgicas, com planejamento que favorece a continuidade do tratamento.
- Acompanhamento contínuo da evolução clínica, com ajustes de conduta ao longo de todo o ciclo terapêutico.
- Abrangência nacional, com o respaldo de uma rede física consolidada e de um corpo clínico fundador com mais de três décadas de experiência.
Mais de 30 anos cuidando de quem tem alergia
Fundado e conduzido pelo Dr. Marcello Bossois (CRM/RJ 5273214-1) e pela Dra. Patrícia Schlinkert (CRM/RJ 5274541-3), o Projeto Brasil Sem Alergia soma mais de 30 anos de história e mais de 450 mil atendimentos gratuitos, com presença física no Rio de Janeiro , em São Paulo e no Paraná, um ônibus clínica itinerante que leva testes e consultas a comunidades com pouco acesso à especialidade e uma plataforma de telemedicina que conecta pacientes de todos os estados ao mesmo padrão de cuidado.
COMECE HOJE
Sua consulta especializada está a um clique de distância.
Quero aderir ao Plano DiamanteAgendar teleconsulta
Ambiente oficial de telemedicina: brasilsemalergia.online
Prefere ser atendido presencialmente?
Nossas unidades clínicas realizam consultas, testes alérgicos e acompanhamento de imunoterapia com médicos presenciais:
- Rio de Janeiro : Realengo (Zona Oeste), Zona Norte, Duque de Caxias, Xerém, Nova Iguaçu, Itaguaí, Niterói, Iguaba Grande e São Pedro da Aldeia (Região dos Lagos).
- São Paulo: Campo Limpo (Zona Sul).
- Paraná: Curitiba.
Agende sua consulta presencial ou consulte a programação do ônibus itinerante pela central de atendimento no WhatsApp (21) 99954-5632.
A indicação de imunoterapia e de qualquer tratamento depende de avaliação médica individual. Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta com o especialista.
Conclusão e Síntese das Orientações
Conclui-se que o manejo eficiente das questões relacionadas a Rinite Alérgica apoia-se na união entre informação científica de qualidade, prevenção ambiental e terapêutica direcionada ao perfil de cada paciente. Diante de sintomas persistentes ou recorrentes, buscar avaliação com médico Alergista e imunologista — integrando investigação diagnóstica criteriosa e opções consolidadas de cuidado especializado em alergia e imunologia sempre que indicadas — garante segurança clínica e proteção duradoura da saúde.
Referências científicas e fontes de autoridade
As orientações desta página seguem as diretrizes e a literatura das principais instituições internacionais de Alergia e Imunologia. Para aprofundamento:


