Projeto Brasil Sem Alergia 
 

BRASIL SEM ALERGIA NO COMBATE À COVID-19

O Brasil Sem Alergia amparou os pacientes do Projeto mesmo nos momentos mais críticos da epidemia de COVID-19. Através de nossos canais, o médico e coordenador técnico, Dr. Marcello Bossois, orientava sobre os principais temas a respeito da doença. Nosso Projeto inclusive intensificou os esforços de nossa equipe médica, oferecendo consultas via telemedicina para pessoas em todo o país.

SAIU NA MÍDIA

No Brasil, 30% da população possui algum tipo de alergia, segundo a Organização Mundial de Saúde. Como as pessoas em tratamento devem agir?

Ainda não existe um estudo científico que comprove maior suscetibilidade ao Covid-19 em alérgicos, mas pacientes que apresentam doenças como rinite, bronquite e asma, podem ter mais facilidade quando se trata da contaminação por vírus e bactérias causadores de gripes e resfriados, por exemplo. O médico e coordenador técnico do Brasil Sem Alergia, Dr. Marcello Bossois, explica que isso acontece em função do paciente alérgico produzir a chamada proteína de adesão.“O ambiente inflamado da mucosa do paciente que pode ser nariz, brônquios e garganta, produz a proteína de adesão que funciona como uma espécie de gancho para vírus e bactérias. O processo é o seguinte, o paciente respira o ar contaminado que ao passar pelas vias respiratórias coloca o vírus em contato com essas proteínas que são produzidas pelo organismo do alérgico e faz com que o vírus penetre mais facilmente dentro do organismo. Esse é o motivo pelo qual o paciente alérgico geralmente fica doente com uma certa constância”, elucida o responsável pelo Projeto Brasil Sem Alergia.

O papel de ter medidas com foco na prevenção se tornam cada mais evidentes e a vacinação é uma delas. Vacinas que protegem o organismo de doenças como influeza, H1N1 ou até mesmo pneumococos (que causa pneumonia), podem nesse momento amenizar e até mesmo ajudar a salvar vidas .