Tive Edema de Glote em 2008 por conta de dipirona — Posso tomar a Vacina da Covid-19? I
No universo das doenças alérgicas e imunomediadas, o tema Covid-19 ocupa posição de destaque pela frequência com que impacta o bem-estar diário de crianças, adultos e idosos. A presente publicação foi elaborada com o propósito de elucidar integralmente a questão "Tive Edema de Glote em 2008 por conta de dipirona — Posso tomar a Vacina da Covid-19? I", oferecendo um panorama estruturado desde a fisiopatologia até a investigação diagnóstica e a prevenção segura de novas crises.
✔ Conteúdo médico revisado e validado pelo corpo clínico fundador do Projeto Brasil Sem Alergia
Dr. Marcello Bossois (CRM/RJ 5273214-1) · Dra. Patrícia Schlinkert (CRM/RJ 5274541-3) — mais de 30 anos de história em Alergia e Imunologia, com unidades no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Paraná. Última revisão: novembro de 2026.
Análise Clínica e Orientação Médica sobre Covid-19
Elaine eu tive dema de glote em 2008 por conta da Dipirona posso tomar vacina do Covid-19 Irene é a dipirona Provavelmente em você Ela causou uma reação alérgica não especifica, é denominado clinicamente reação a medicamentos alérgica a medicamentos não especifica e é bom você talvez fazer um teste de provocação na clínica especializada isso é uma coisa que vai conversar com seu médico especialista para que ele veja se há necessidade é de um Talvez uma avaliação mais minuciosa por quê Porque as alergias medicamentosas são dívidas esses dois tipos não específicas as não específicas, ou seja, elas estão envolvendo um mecanismo chamado mecanismo do ácido araquidônico onde você acaba vendo a produção exacerbada de dois duas substâncias nas costas prostaglandinas é dois e leucotrienos tá atg2 próximo grande, dois leucotrienos então qualquer tipo de anti-inflamatório hoje analgésicos quiser vir a tomar vai interferir nessa cascata do ácido araquidônico e vai então induzir a produção dessas prostaglandinas então seria com Dipirona com Cetoprofeno para o diclofenaco não seja lá o que for então o teste que realiza-se o caixão é o teste feito com ácido acetilsalicílico aonde o especialista provoca o paciente com acetilsalicílico esse aquele paciente por sua vez desenvolver alergia ao ácido acetilsalicílico não tem nada a ver com Dipirona, procede-se a poder entender que aquele paciente então tem uma alergia não especifica a medicamento.
É uma coisa agora é só aquele paciente não desenvolver alergia ao ácido acetilsalicílico. Então, procede-se a ver que ele é alérgico especificamente a dipirona esse paciente que tem uma legítima esse fica medicamentos dispõe-se de menos como é que eu vou dizer menos preocupação com outros medicamentos, porque sabe-se na literatura médica que é uma coisa muito específica a um medicamento tal que nesse caso seria Dipirona, mas se ele desenvolveu Aécio aí a preocupação que nós temos ela triplica quadriplica em relação a reação colateral a última medicamento seja o Antonio não como a vacina da do Covid-19 não é um anti-inflamatório um outro motor substância é mais é essa questão de você desenvolver uma alergia não especifica medicamentos é algo que mostra a uma sensibilização exacerbada, Eu como médico eu orientaria que o paciente se imunizar se através do teste de provocação a própria vacina, ou seja, procurasse um serviço especializado na área conversasse com o médico lá específico e a partir dali você fizesse um teste provocação a vacina e o próprio teste provocação ele acaba imunizando você por exemplo eu não sei exatamente qual é o protocolo para convite de dessensibilização ouvir a bastante convite, mas eu acredito que seja muito parecido com a febre amarela então a ser Amarelo realiza-se seguinte gente pega um décimo da vacina tá normal aquela vai ser aplicada por inteiro e dilui essa vacina e vai aplicando o décimo diluído nessa hora dessa vacina uma diluição de 1 para 10, procede-se a aplicando justamente progressivamente de hora em hora até completa tudo e vai analisando se o paciente vai desenvolver alguma reação para depois então nós aplicamos a dose plena e mesmo assim procede-se a segmentando essa base preta e veja aplicar por exemplo é um ml a zero.
15 ml o especialista primeira aplica 0,1 depois era 1,20 3045 espaçado e um período de horas ou de hora dá uma hora e meia hora e vai analisando então aquele aquela evolução do paciente para ver se ele vai desenvolver algum tipo de ação, ou seja, é um teste de provocação que você estratificar o risco da aplicação da imunoterapia e ao mesmo tempo o especialista e Muniz o paciente, porque o especialista tá dando erro na terapia encontra-se dando a vacina sem o risco daquele paciente não ficar imunizado.
Então, nesse caso se realmente você tiver uma reação é múltipla há vários remédios e depois do teste provocação do Oeste, É realmente considera-se clinicamente que o mais prudente na aplicação de um remédio novo, seria você procurar um centro de referência de imunizantes para fazer um teste de provocação até, porque o teste provocação não pode ser feito em clínicas baixa complexidade ser feitas em unidades hospitalares ou clínicos de alta complexidade, porque você precisa ter todo um aparato é de reversão do quadro de Boticário ou de anafilaxia por exemplo de carne é um dos sintomas de uma franquia choque anafilático para que você possa então reverter esse quadro que o médico possa reverter esse quatro e manter sua estabilidade. Obrigada Irene.
Desdobramento em Medicina Baseada em Evidências: Reações de Hipersensibilidade a Medicamentos
Segundo os consensos internacionais de alergia a fármacos (EAACI/AAAAI/WAO), as reações de hipersensibilidade a medicamentos dividem-se em imediatas (ocorrendo geralmente na primeira hora até 6 horas após a exposição, mediadas por IgE específica ou por ativação direta de mastócitos/via da ciclo-oxigenase-1 nos anti-inflamatórios não esteroidais, manifestando-se por urticária, angioedema, broncoespasmo ou anafilaxia) e tardias (mediadas por linfócitos T específicos, abrangendo desde exantemas maculopapulares até farmacodermias graves SCARs, como a síndrome DRESS, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica). Na intolerância cruzada aos AINEs e na Doença Respiratória Exacerbada por Aspirina (DREA), a inibição da enzima COX-1 desvia o metabolismo do ácido araquidônico para a síntese excessiva de cisteinil-leucotrienos. A definição de medicamentos alternativos seguros e protocolos de provocação ou dessensibilização requerem avaliação presencial em serviço especializado de Alergia e Imunologia.
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Segurança Farmacológica, Reações Adversas a Medicamentos e Uso Racional de Corticoides
Reações Imediatas, Farmacodermias Tardias e Riscos da Automedicação
Outro ponto crítico de farmacovigilância diz respeito ao uso indiscriminado de corticoides sistêmicos orais ou injetáveis de depósito de longa ação (como associações de betametasona intramuscular). Embora promovam alívio rápido aparente, aplicações repetidas suprimem o eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal, elevam a pressão arterial e a glicemia, desmineralizam a massa óssea, fragilizam a imunidade contra infecções e podem provocar dor neuropática local quando aplicadas inadequadamente na região glútea.
Investigação Segura de Alternativas Terapêuticas e Prevenção
Substituir a automedicação de urgência por um plano preventivo estruturado protege os órgãos-alvo e evita iatrogenias. O alergista avalia a reatividade cruzada entre classes farmacológicas por meio de protocolos rigorosos de teste de alergia e direciona o paciente com doenças respiratórias ou cutâneas associadas para abordagens duradouras, como a vacina para alergia, eliminando a dependência de anti-inflamatórios esteroidais sistêmicos.
Mecanismos Vacinais, Excipientes e Avaliação da Competência Imunitária
A imunização preventiva representa uma das maiores conquistas da medicina para reduzir hospitalizações e complicações infecciosas graves, especialmente em portadores de doenças respiratórias crônicas (como asma e DPOC), cardiopatias, hipertensão arterial e diabetes. Pacientes alérgicos a aeroalérgenos, alimentos ou medicamentos comuns não possuem contraindicação geral às vacinas; a atenção alergológica concentra-se na avaliação específica de raros casos de anafilaxia prévia a componentes isolados da fórmula (como polietilenoglicol, polissorbato ou traços proteicos específicos), situações que hoje contam com protocolos seguros de aplicação assistida.
Impacto na Qualidade de Vida, Sono e Bem-Estar Sistêmico
Além das manifestações físicas diretas, quadros não controlados ligados a Covid-19 interferem profundamente na arquitetura do sono reparador, na capacidade de concentração escolar e profissional e no equilíbrio emocional. O estresse crônico, por meio de mediadores neuroendócrinos e alarminas epiteliais, retroalimenta a resposta inflamatória imunitária. Dessa forma, instituir uma abordagem integral de reabilitação clínica e ambiental restaura a autonomia diária e o bem-estar global do indivíduo.
Importância do Diagnóstico Diferencial e da Anamnese Detalhada
Na especialidade de Alergia e Imunologia, dois pacientes com sintomas aparentemente semelhantes envolvendo Covid-19 podem apresentar mecanismos fisiopatológicos completamente distintos. Por essa razão, a história clínica minuciosa — investigando cronologia das crises, ambiente domiciliar e profissional, histórico familiar de atopia, uso de fármacos concomitantes e hábitos alimentares — funciona como bússola indispensável para interpretar corretamente exames laboratoriais (como dosagem de IgE total e específica) e provas funcionais. Um resultado laboratorial isolado jamais substitui o julgamento clínico presencial ou por telemedicina especializada, prevenindo diagnósticos equivocados e tratamentos desnecessários.
Prevenção Ambiental, Adesão Terapêutica e Monitoramento Contínuo
O sucesso a longo prazo no manejo das condições alérgicas e imunológicas depende diretamente da aliança entre tratamento médico direcionado e medidas educativas cotidianas. Manter ambientes bem ventilados e livres de acúmulo de poeira doméstica, preservar a hidratação fisiológica das mucosas e da barreira cutânea, respeitar rigorosamente os horários e a técnica de uso das medicações preventivas prescritas e realizar revisões periódicas permitem estabilizar a inflamação subclínica antes que ela evolua para exacerbações agudas.
Critérios de Segurança Clínica e Sinais de Alerta em Alergologia
Reconhecer precocemente os sinais de alerta que exigem reavaliação médica prioritária faz parte da educação em saúde de todo paciente e familiar. Sintomas como dispneia progressiva (dificuldade para respirar ou falar frases completas), chiado torácico refratário, edema súbito de lábios, língua ou glote, tontura por queda pressórica, febre persistente associada a lesões de pele ou acometimento de mucosas demandam atendimento imediato de urgência, seguido de investigação alergológica estruturada para prevenir recorrências futuras.
Perguntas Complementares Frequentes na Prática Clínica
Reações Imunológicas a Picadas de Insetos e Prevenção de Crises: Na prática alergológica, distinguir um edema inflamatório local de uma reação alérgica sistêmica é decisivo para proteger a vida do paciente. Na hipersensibilidade a mosquitos, ocorre resposta imune mista (imediata mediada por IgE e tardia celular por linfócitos T), fazendo com que uma única picada reative lesões antigas pelo corpo. Já nas reações a abelhas e marimbondos, sintomas à distância do local da ferroada — como placas generalizadas, rouquidão, broncoespasmo ou queda de pressão arterial — caracterizam anafilaxia e demandam conduta imediata.
Mecanismos da Alergia Alimentar, Diagnóstico Preciso e Manejo Nutricional: Na alergologia contemporânea, é essencial diferenciar a reação imunológica contra proteínas alimentares — como caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina no leite de vaca, ovomucoide no ovo ou tropomiosina nos crustáceos — das intolerâncias digestivas não imunes, a exemplo da deficiência da enzima lactase. Enquanto a intolerância provoca distensão abdominal, flatulência e diarreia osmótica restritas ao tubo digestivo, a alergia alimentar envolve linfócitos Th2 e anticorpos IgE ou inflamação celular eosinofílica, podendo causar urticária aguda, angioedema, broncoespasmo, proctocolite ou anafilaxia em minutos após a ingestão de traços.
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Mais de 30 anos cuidando de quem tem alergia
Fundado e conduzido pelo Dr. Marcello Bossois (CRM/RJ 5273214-1) e pela Dra. Patrícia Schlinkert (CRM/RJ 5274541-3), o Projeto Brasil Sem Alergia soma mais de 30 anos de história e mais de 450 mil atendimentos gratuitos, com presença física no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Paraná, um ônibus clínica itinerante que leva testes e consultas a comunidades com pouco acesso à especialidade e uma plataforma de telemedicina que conecta pacientes de todos os estados ao mesmo padrão de cuidado.
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- Rio de Janeiro: Realengo (Zona Oeste), Zona Norte, Duque de Caxias, Xerém, Nova Iguaçu, Itaguaí, Niterói, Iguaba Grande e São Pedro da Aldeia (Região dos Lagos).
- São Paulo: Campo Limpo (Zona Sul).
- Paraná: Curitiba.
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A indicação de imunoterapia e de qualquer tratamento depende de avaliação médica individual. Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta com o especialista.
Conclusão e Síntese das Orientações
Conclui-se que o manejo eficiente das questões relacionadas a Covid-19 apoia-se na união entre informação científica de qualidade, prevenção ambiental e terapêutica direcionada ao perfil de cada paciente. Diante de sintomas persistentes ou recorrentes, buscar avaliação com médico alergista e imunologista — integrando investigação diagnóstica criteriosa e opções consolidadas de tratamento de rinite sempre que indicadas — garante segurança clínica e proteção duradoura da saúde.
Referências científicas e fontes de autoridade
As orientações desta página seguem as diretrizes e a literatura das principais instituições internacionais de Alergia e Imunologia. Para aprofundamento:


