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0:05 maria paula bom dia eu tenho que ficar a 0:08 cinco anos não consegue descobrir o que 0:10 causa 0:10 tomo remédio de verba continua kurt karl 0:13 maria paula costa deve ter visto a minha 0:15 meu vídeo sobre verminose energia então 0:20 explicar pra você é é a urticária 0:23 ela pode ser uma doença que está 0:26 relacionado com tudo e com nada ok 35% 0:32 da saúde cais a sofisticar as crônicas 0:34 aquela sul tcas que tem mais seis 0:36 semanas de evolução 0:38 elas podem estar relacionada com alguma 0:40 doença até falei isso no vídeo anterior 0:42 doenças reumáticas doenças inflamatórias 0:44 infecciosas nessas hormonais câncer 0:48 verminose alergias pode ser relacionada 0:51 a um montão de problemas 0:53 tá mas 65% dos casos ou seja a grande 0:57 maioria mais do que o do que a metade 1:00 não está relacionado com nada é chamada 1:03 de cada crônica espontânea você 1:05 investiga tudo e não acha absolutamente 1:07 nada 1:11 então maria paula que eu penso é o 1:14 seguinte é mesmo tomando remédio de 1:17 verbas não necessariamente vai ficar boa 1:18 logo de cara como eu vou falar pra você 1:20 a esse estágio você procurar um médico 1:23 legista 1:24 esse médico legista ele vai fazer o 1:26 diagnóstico diferencial das doenças 1:28 aquela todas todas aquelas doenças que 1:30 os ctt ea partir dos diagnósticos 1:32 diferenciais ou seja ele vai fazer 1:35 competitiva e vai colocar várias 1:37 possibilidades para seu problema passe a 1:40 b c d f g h i e j 1:44 mas não ano é o 1:45 não é o j não é papai chega num ponto 1:48 onde ele vai encontrar pode ser também 1:50 não encontrei nada por isso é importante 1:53 você já tem semente entender a 1:55 alimentação que o médico Alergista tem 1:57 como eu falar pra você a grande maioria 2:00 das urticárias 65% são esferas crônicas 2:03 de um pátio central definido e são mais 2:07 comuns em mulheres têm algumas algumas 2:09 teorias né 2:11 algumas evidências que mostram que as 2:13 alterações hormonais e mulheres davam de 2:15 cara quando você tem uma operação do 2:19 hormônio estrogênio relação progesterona 2:22 um desbalanço qualitativo não dispare 2:25 nas quais quantitativa é um desbalanço 2:27 qualitativo aonde a progesterona ela 2:30 fica numa quantidade que de certa forma 2:33 acaba é fazer um desbalanço que acaba 2:37 refletindo qualitativamente o organismo 2:39 é ela acaba se ligando a uma proteína 2:42 carregadora do corpo novo menu globulina 2:44 e acaba fazendo um complexo de guri e 2:47 esse complexo reúne 21 processo de 2:49 reação chamada reação ph do sg mediada 2:52 sei que é um pouco complexa complexo 2:54 isso mas é bom vocês saberem né 2:57 não custa nem aprender nunca é demais 3:00 depois pesquisa que é uma reação pega 3:02 dois gêmeos de água então é tem muitos 3:06 estudos aí mostrando essa relação entre 3:10 entre o corpo da mulher e e doenças 3:15 alérgicas e até porque a mulher quando 3:17 ela está no período mostrou uma piora da 3:19 rinite e asma 3:21 porque quando ela tem um filho também 91 3:23 a gente quando ela entra na menopausa e 3:25 climatério pela piora das doenças 3:27 alérgicas ou seja quando falar admitiu a 3:30 falta dessa lógica geral e também incluo 3:33 out caia nesse caso muita mulher quando 3:36 é quando chega próximo do período 3:38 menstrual passa por aquele ciclo de 3:40 ovulação e pelo período da menstruação 3:44 com em si ela acaba piorando do processo 3:48 de carga também é eu por acaso fiz um 3:53 ferro no texas nos estados unidos e tive 3:55 a oportunidade de acompanhar alguns 3:57 médicos lá que trabalhavam nessa área da 4:00 universidade do texas time e em off ano 4:07 inclusive está trabalhando em minnesota 4:10 na universidade de minnesota é 4:12 professora seu lobby que já apareceram 4:14 uns cinco anos professor stiglitz a 4:18 recepção que também já está aposentado 4:22 ea professora patrícia restituição que é 4:25 esposa dele e lá eles faziam muita 4:28 pesquisa na área de hipersensibilidade 4:30 hormonal onde você tinha essa ligação 4:34 dos hormônios sexuais com as duplas com 4:36 as proteínas de carregadores que 4:37 desenvolviam um complexo e muito 4:39 inclusive nós até fizemos uma pesquisa 4:41 de mulheres com que mulheres grávidas 4:45 piorar com do h1n1 qual é a explicação 4:49 imunológica uma das explicações 4:50 biológicas além da própria instituição 4:53 da mulher grávida né 4:54 ela tá que nem ela tem um processo 4:56 restritiva é claro que dificulta a 4:58 expansão com o bonitão naturalmente esse 5:00 processo seletivo já levaria realmente 5:02 um marco uma aumento da incidência de 5:06 doenças respiratórias mas nós 5:08 conseguimos é 5:10 evidenciar a ligação de complexos 5:13 demônios ante progesterona e estrogênio 5:17 foram feitos exames a título de pesquisa 5:20 as mulheres tudo aprovado pelo comitê de 5:22 ética 5:23 enviamos lá os estados unidos pra 5:25 califórnia e publicado um estudo que 5:29 está publicado na revista internacional 5:31 depois é só colocar meu nome é botar a 5:33 legião monal o hormônio aula de inglês 5:36 que você vai achar o estudo 5:40 então assim pode ser que seja o seu caso 5:42 também eu tô fazendo um brainstorm aqui 5:45 compartilhando essas informações com 5:47 vocês tá bom então a medicação seguinte 5:50 procura o médico conversa com uma 5:53 legista deixa ele fazer diagnósticos 5:54 diferenciais 5:56 ele vai saber conduzir bem o seu e não 5:58 fique preocupado está a gente vai chegar 6:01 numa solução 3 6:02 tá bom abraço obrigado pela sua pergunta


O Projeto Brasil Sem Alergia consolidou sua trajetória de cuidado e inclusão social em 2007, quando os médicos alergistas e imunologistas Dr. Marcello Bossois e Dra. Patrícia Schlinkert iniciaram um trabalho voluntário em
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Para esta variação, o foco é a narrativa histórica e humanizada, detalhando a origem voluntária do projeto na Baixada Fluminense e sua evolução até a chegada à capital paulista. O texto está em formato corrido, otimizado para SEO e com a inclusão da unidade Campo Limpo e seus respectivos contatos.O Projeto Brasil Sem Alergia 🇧🇷❤️ é o resultado de uma trajetória de cuidado e inclusão iniciada em 2007, quando o Dr. Marcello Bossois, médico
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